Segundo divulgou o departamento nesta quarta-feira, o ICV subiu 4,8% em 2007-- a maior desde 2004, quando a série foi iniciada-- com o empurrão dos alimentos, em alta de 12,48% e contribuição de 3,15 pontos percentuais na taxa geral. Desde 2004, foi o primeiro ano que a taxa do grupo Alimentação é maior que o índice geral.
Nos três primeiros anos da série do Dieese, os reajustes dos alimentos foram menores que a inflação. Em 2006, por exemplo, a taxa dos alimentos ficou em 1,39%, contra 2,57% do índice geral. O estopim ocorreu a partir do segundo semestre deste ano, com o aumento dos produtos "in natura" e semi-elaborados, motivado pela quebra de safra com regiões afetadas pela seca e pela alta do preço das commodities agrícolas no mercado internacional.
Dentro do grupo Alimentação, os produtos "in natura" e semi elaborados registraram variação de 27,44% em 2007, ante 12,87% da indústria de alimentação. Para a coordenadora da Pesquisa de Preços do Dieese, Cornélia Nogueira Porto, os reajustes não foram abusivos.
O aumento dos alimentos não foi abusivo, mas realinhamento de preços. Os produtores, principalmente, estavam com os preços defasados. Com a queda do dólar, eles estavam se sustentando com o aumento dos preços do mercado internacional(Com informações da Folha On-line).
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.
