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Interior Quinta-feira, 02 de Setembro de 2010, 10:26 - A | A

Quinta-feira, 02 de Setembro de 2010, 10h:26 - A | A

Agehab inscreve futuros donos de casas em Corumbá

Marcelo Eduardo – (www.capitalnews.com.br)

O governo do Estado continua a inscrição para as casas construídas em Corumbá (cidade distante 417 quilômetros a noroeste de Campo Grande). Já batizado de “terreno da discórdia”, as moradias são erguidas em espaço que gera briga entre Estado e Prefeitura, que embargou as obras em julho.

Mas, as construções continuam. Segundo site oficial de notícias do governo do Estado, até 30 de setembro, a Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab) faz as inscrições para as moradias do Residencial Conquista Guatós, uma das subdivisões do conglomerado com 1,2 mil unidades habitacionais.

Conforme notícia do site do governo, Mirna Estela Arce Torres, diretora-presidente da Agehab confirma que já estão sendo distribuídas senhas para quem quiser fazer a inscrição, garantindo agilidade no atendimento. “E, se for necessário, prorrogaremos o prazo de agendamento para garantir que aqueles que nos procurarem sejam atendidos.”
O agendamento é feito na sede da Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul), das 8h às 16h. O endereço é Rua Cabral, 1.018, Corumbá.

Conforme o site do governador André Puccinelli (PMDB), as obras têm 100% de recursos próprios do Estado e representam investimento de R$ 22,8 milhões. A área é de 62 hectares e mais de 5 mil pessoas devem ser beneficiadas.

O residencial, no Bairro Maria Leite, vai ser subdividido em Garça Branca (249 unidades), Ipê Amarelo (231), Guatós (296) Dourado (192) e Tuiuiú (232).

A Sanesul vai investir em obras de am¬pliação dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

Veto

No dia 26 de julho, o prefeito Ruiter Cunha (PT) encaminhou à Câmara de Vereadores o veto total ao projeto de lei complementar 137/2010, que altera a lei complementar 093/2006, de abril de 2006, permitindo a construção de casas em área destinada a empreendimentos industriais. Em sua mensagem os parlamentares, a 017/2010, sua decisão “deve-se tanto a aspectos de constitucionalidade em relação ao planejamento urbano, quanto a razões que impedem a área – localizada próxima à fábrica de cimento Itaú – de receber casas, por suas características eminentemente industriais”, explica assessoria de imprensa do prefeito.

Por: Marcelo Eduardo – (www.capitalnews.com.br)
 

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