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Política Segunda-feira, 02 de Abril de 2012, 10:36 - A | A

Segunda-feira, 02 de Abril de 2012, 10h:36 - A | A

PTN não tem lado para dar apoio a "prefeitáveis", mas Azambuja sai na frente, diz presidente

Lúcio Borges - Capital News (www.capitalnews.com.br)

O PTN (Partido Trabalhista Nacional) em Mato Grosso do Sul se renovou, abriu sede nova e “imponente” no último sábado (31) e pretende crescer nesta eleição 2012 para se tornar uma força no cenário político estadual. Iniciando este processo também decidiu pelo lançamento de chapa pura a concorrer às Câmaras de Vereadores. O plano é eleger ao menos dois vereadores em Campo Grande e em outras cidades do Estado. O partido, quer trabalhar a escolha de quem irá apoiar como candidato a prefeitura da Capital e apesar de não dispor de nenhum nome ‘conhecido’, já foi procurado pelos pré-candidatos Alcides Beranl (PP) e Reinaldo Azambuja (PSDB), como apontou Claudio Alves Sertão, presidente regional, que esteve em visita ao Capital News na sexta-feira (30).

O presidente disse que a agremiação visará o melhor que acolher a agremiação como parte da administração e não somente para ser mais um no arco de “alianças”. Mas admitiu que por enquanto Azambuja “conversou” e convenceu melhor. “Queremos conversar e ter propostas, pois o partido deixou de ser só legenda, temos filiados e estrutura. Alguém que nos acolha e coloque o PTN dentro do projeto de administração, para participar. Bernal já conversou e quer agregar. O Azambuja também, tem proposta que convence melhor o nosso grupo”, declarou.

Cláudio, contudo, diz que está em aberto e há muito tempo para decisões, ainda mais para quem não tem que sair ou entrar em lado algum. “Não temos pressa, não tem lado a ser decidido. Nós não temos ligação com ninguém, independente e assim vamos escolhendo o candidato a prefeito e trazendo paz e competência e sinceridade ao partido”, apontou.

Coligações irreais

O trabalhista lembrou que os pequenos partidos têm que acordar e até pelo que parece, alguns, irão a independência neste ano. “Antes quem estava na direção fazia qualquer coisa, fizeram coligação com muita gente na última vez, eram 20 partidos numa chapa. Éramos somente um nome para dar volume. Agora nós, e outros como o PMN, que vi noticias no Capital News, vão a luta e querem mostrar serviço e crescer”, explicou.
 

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