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Pagamento via celular é tendência no Brasil

Por Alice Bachiega

Da coluna Tecnologia
Artigo de responsabilidade do autor

Além das transições online, com cartões de crédito ou aplicativos, os brasileiros também optam pelo pagamento pelo smartphone

Divulgação

ColunaTecnologia

O Brasil é o quarto país que mais utiliza pagamentos via dispositivos móveis em terminais, por meio da aproximação com a caixa registradora ou máquinas de cartão nas lojas, de acordo com levantamento da Buyshares, com base em dados da empresa de consultoria Statista. O relatório estima que US$ 22,3 bilhões em pagamentos móveis serão realizados no país durante todo o ano de 2020.


Nesse cenário, o Brasil fica à frente da Coreia do Sul nessa modalidade, mas atrás de Reino Unido (US$ 45,8 bilhões), Estados Unidos (US$ 357,5 bilhões) e China (US$ 755, 5 bilhões). Os valores estimados já levam em conta a pandemia do novo coronavírus e, apesar do isolamento social ter impactado o fluxo de pessoas nos comércios, a categoria deve registrar altas assim que as medidas forem relaxadas, pois as transações podem ser feitas sem a necessidade do toque direto nos objetos de pagamento, como as máquinas de cartões ou a troca de cédulas.


Em todo o país, a alternativa já pode ser encontrada nos estabelecimentos, inclusive nos micro e pequenos negócios. A previsão do estudo é de que a modalidade cresça 180% até 2024, com 23% da população mundial usando esse formato.


Em 2019, a utilização dos dispositivos móveis para pagamento aumentou 2.275% no Brasil, segundo informações divulgadas pelo Banco Central. A entidade foi a responsável por iniciar a prática no país para telefones com o sistema Android. Para os dispositivos operados pelos sistemas iOS e Windows Phone, a modalidade também está em ascensão, assim como seu uso e sua disponibilidade em outros bancos.

Como funciona o pagamento via celular?
Nesta modalidade, o consumidor pode aproximar o smartphone de um leitor NFC (Near Field Communication, ou comunicação por proximidade de campo), presente na máquina de cartões, registradora ou em outro terminal, e efetuar o pagamento. Para que o processo seja realizado, o comerciante deve informar ao cliente o valor final da transação e esperar que o consumidor habilite o aplicativo e escolha qual cartão irá utilizar.


Deste modo, basta apenas aproximar o celular do local indicado, digitar a senha e o comprovante da operação será emitido. Há ainda a possibilidade de que compras com valores abaixo de R$ 50 não precisem da senha e possam ser concluídas em um único aplicativo.

Segurança e fraudes
Uma das maiores preocupações dos usuários e dos desenvolvedores de tecnologia é justamente em relação à segurança e às fraudes que podem ocorrer nesse sistema. Nesta modalidade, ao contrário do que pode ocorrer com os cartões de crédito, não há meios de clonagem, e, sempre que for usado, gera uma chave de segurança, que inibe a captura dos dados de quem está fazendo a compra.


Em relação à funcionalidade, também é necessário inserir a senha de desbloqueio do aparelho para entrar nos aplicativos de pagamento. No entanto, para se proteger de ações como roubo de dados ou do próprio smartphone, um seguro de celular pode ser uma boa alternativa para aumentar a proteção dos dispositivos e das informações de pagamento que estão contidos nele.

 

 

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