Divulgação/Arquivo
Depois de sua companheira Dilma trocar o nome de Mato Grosso do Sul por Mato Grosso em discurso em Campo Grande e ser alvo de críticas de peemedebistas como Eduardo Rocha na Assembleia, o deputado estadual petista Amarildo Cruz (com a presidente na foto) ressuscita o debate sobre mudança do nome do estado. Cruz defende que a população seja ouvida, por meio de plebiscito. Nada mais justo. Afinal, o nome que leva muita gente confundir o estado com o vizinho Mato Grosso mais de três décadas depois da divisão foi definido na época da ditadura. Época em que povo, nem ninguém, podia palpitar nas decisões, absurdas ou não, de que mandava.
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Delcídio e o Apolônio
Por falar na visita de Dilma à Capital de MS, o senador Delcídio do Amaral (PT) alfinetou o adversário político André Puccinelli (PMDB). Em alusão ao discurso em que o governador afirmou à presidente que levou "porrada nas costas na época do AI 5" quando estudante me Curitiba, o senador @Delcidio, citando o corumbaense falecido em 2005 que foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, escreveu no Twitter: "Meu saudoso conterrâneo Apolônio de Carvalho deve estar surpreso com as últimas revelações de ´neocombatentes` da ditadura de 64... Eu já ouvi muita coisa na vida, mas essa é demais!!!! Deveriam ser anistiados pela Comissão da Verdade."
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Samba do avião
Peemedebistas também não perderam a chance de alfinetar Delcídio do Amaral após a visita de Dilma. À tarde, durante o ato político institucional em que o governador Puccinelli deu posse aos novos secretários Nelsinho Trad, Simone Tebet, Herculano Borges e Osmar Jerônymo, muitas lideranças do PMDB faziam questão de dizer a jornalistas que o senador petista, apesar do divulgado convite da companheira, não veio no avião presidencial que desembarcou em Campo Grande, mas estava esperando na Base Aérea local como todos os demais.
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