Depois de liderar as principais pesquisas de intenção de voto para o Senado em 2018, quando também havia duas vagas em disputa por Estado, Dilma Rousseff, acabou em quarto lugar por Minas Gerais, e Roberto Requião não conseguiu se reeleger pelo Paraná, terminando em terceiro. O episódio é lembrado na coluna do Lauro Jardim, em O Globo, ao comentar que candidatos de esquerda que estão em situação similar, como Marília Campos (PT-MG) e Marília Arraes (PDT-PE), têm sido aconselhados a evitar um erro dos derrotados daquele pleito e reforçar de modo explícito "dobradinhas" com outros candidatos, para fidelizar o segundo voto dos seus eleitores. "Oito anos atrás, Dilma e Requião fizeram campanhas solitárias", observa a coluna.
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