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Marco Eusébio Terça-feira, 25 de Agosto de 2026, 18:58 - A | A

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Coluna Entrelinhas da Notícia

MS tem 30 pontos de coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas

Por Marco Eusébio

Da coluna Entrelinhas da Notícia
Artigo de responsabilidade do autor

Reprodução de vídeo

Material e coletado com cotonete

Material e coletado com cotonete

Nesta semana acontece a Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para ajudar a identificar e localizar pessoas desaparecidas. São 342 postos disponíveis em várias regiões do país até sexta-feira (28). O procedimento é gratuito e deve ser realizado, preferencialmente, por familiares de primeiro grau na seguinte ordem: pai e mãe biológicos; filhos biológicos e o outro genitor da pessoa desaparecida; e irmãos biológicos (filhos do mesmo pai e da mesma mãe).

Em Mato Grosso do Sul são 30 pontos de coleta. Em Campo Grande o serviço atende no Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (Avenida Filinto Muller, 1530, na Vila Ipiranga - telefone (67) 3345-6738). No interior, o atendimento é feito nas unidades regionais de perícia e identificação, nas cidades de Amambai, Aquidauana, Bataguassu, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Dourados, Fátima do Sul, Jardim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas. Veja a lista nacional dos locais.

Para realizar a coleta de DNA, os parentes devem dirigir-se a um posto e apresentar um documento de identificação, bem como as informações do Boletim de Ocorrência do desaparecimento (número, estado de registro e delegacia). É recomendável, mas não obrigatório, levar uma cópia do boletim.

Quem já fez a doação em algum momento não precisa repetir o procedimento. Para a coleta, o perito utiliza um cotonete na parte interna da bochecha para a amostra. Não é necessário colher sangue. O material possibilita a comparação com perfis genéticos de pessoas encontradas, vivas ou falecidas, cuja identidade seja desconhecida. Os perfis genéticos dos familiares são cruzados com os bancos de DNA estaduais e nacional, o que amplia as possibilidades de identificação e localização. (Com Secom - MJSP)

  

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Nascido em Santo André (SP) e radicado em Campo Grande (MS) desde a adolescência, Marco Eusébio é um dos mais experientes jornalistas de Mato Grosso do Sul. Com um estilo refinado e marcante de escrever, ficou conhecido como autor de uma das mais lidas colunas divulgadas em sites de notícias do estado. Agora em formato “in blog” amplia a comunicação com seus leitores através deste Portal www.marcoeusebio.com.br ativado no dia 29/2/2009.

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