Um novo capítulo na novela do noticiário sobre Delcídio do Amaral (PT-MS) aderir ou não à delação premiada. Embora o advogado Antonio Figueira Basto negue adesão à delação, Mônica Bergamo afirma ontem (19) em sua coluna na Folha de S.Paulo que o senador voltou a se irritar "com o governo, com o PT e com Lula" e teria relatado a pessoas que o visitaram na prisão ter convicção de que o Supremo só não autorizou a sua saída do cárcere, no fim de 2015, "porque nenhum dos atores políticos citados se moveu para que ele obtivesse o benefício". A colunista da Folha acrescenta: "Caso faça a delação, ele abrirá, na prática, mão de defender seu mandato parlamentar. O acordo de colaboração sempre prevê a confissão de seus crimes".
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