A Quaest começou nesta sexta-feira a ouvir presencialmente 2.004 brasileiros sobre a eleição presidencial. A nova pesquisa prossegue até segunda-feira e o resultado será divulgado na quarta-feira da semana que vem. A coluna do Lauro Jardim, em O Globo, informa que o levantamento encomendada pelo banco Genial, a um custo de R$ 433,2 mil, é o sexto do ano da Quaest para as eleições de outubro, e o primeiro após quatro fatos relevantes no cenário político: as revelações sobre a relação de irmão entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, a aprovação o fim da escala 6x1 na Câmara, a visita de Flávio a Donald Trump e o novo tarifaço do do governo dos EUA. A Quaest também vai colocar Joaquim Barbosa na lista da estimulada de possíveis candidatos, com outros doze nomes, a seguir, por ordem alfabética: Aécio Neves, Augusto Cury, Cabo Daciolo, Edmilson Costa, Flávio Bolsonaro, Hertz Dias, Heró Bezerra, Lula, Renan Santos, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Samara Martins.
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‘Mundo do mal vai ser expulso do governo neste ano’, diz Flávio na Marcha para Jesus
A tradicional Marcha para Jesus, principal evento evangélico do país, reuniu cerca de 33,8 mil pessoas na quinta (04) durante o feriado de Corpus Christi na capital paulista, segundo monitoramento da USP, e apesar da promessa dos organizadores de evitar manifestações político-eleitorais, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e pré-candidato à Presidência discursou associando o governo do presidente Lula ao “mundo do mal” e pedindo orações pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). "Vamos orar pelo nosso Brasil. Essa guerra é espiritual, e hoje é a maior resposta que nós podemos dar ao mundo do mal, que vai ser expulso desse governo do Brasil este ano". Na véspera do evento, o apóstolo Estevam Hernandes, líder da Igreja Apostólica Renascer em Cristo e organizador da marcha, disse ao jornal O Globo que não haveria declarações político-eleitorais. Ontem, antes de acessar o veículo, ele reafirmou ao jornal que não estava colocando o filho de Bolsonaro "num palanque" e que a conotação do evento "não é absolutamente política", mas admitiu que está inclinado a apoiar Flávio. O ato reacendeu o debate sobre a mistura entre fé e campanha eleitoral em eventos de grande alcance popular.
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