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Infecção urinária em crianças: diagnóstico, tratamento e prevenção


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A infecção urinária em crianças ocorre quando bactérias entram no trato urinário, causando sintomas como febre, dor/ardor ao urinar, aumento da frequência urinária, dor abdominal, urina com cheiro forte ou sangue.

De acordo com a Dra. Lorena Marçalo, médica urologista, o diagnóstico é feito através de exames de urina. Em bebês, pode ser necessária a sondagem. Em crianças maiores, a coleta é feita pós-higiene adequada.

“O exame de urina mostra sinais inflamatórios, como leucócitos e hemácias. A urocultura confirma a infecção e identifica a bactéria, geralmente a escherichia coli, orientando o antibiótico correto. O tratamento varia. Em casos leves, usa -se antibiótico oral. Casos com febre persistente podem necessitar de internação. Mas um alerta importante: nunca pare o antibiótico antes do tempo. Se a receita é para 7 dias, tome 7 dias completos, mesmo que a criança melhore em 1 ou 2 dias. Parar antes pode causar uma recidiva mais grave”, pontua a médica.

Para prevenir a infecção urinária, a criança deve beber líquidos adequadamente, urinar de 3 em 3 horas e evacuar diariamente. Mantenha a higiene íntima adequada, use roupas íntimas de algodão e trate o intestino preso. Infecções recorrentes precisam de investigação para alterações anatômicas. Bem tratadas, as infecções raramente deixam sequelas, mas maltratadas podem causar cicatrizes nos rins.

Se a criança tem sintomas, procure um pediatra ou um urologista. 

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Molusco contagioso: saiba como tratar e previnir a doença infecciosa


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O molusco contagioso é uma infecção dermatológica viral consideravelmente comum e altamente contagiosa. A doença é causada por um vírus da família poxvírus e se caracteriza por aparecimento de pequenas lesões elevadas e arredondadas, que podem ser da cor da pele, rosadas ou esbranquiçadas. Têm aparência de pequenas “pérolas” ou “bolinhas” e possuem depressão central ou “umbilicação” no meio da lesão. Geralmente não coçam e não causam dor.

“Apesar de poder desaparecer espontaneamente em alguns meses a anos, costumamos indicar tratamento, pois se trata de uma condição contagiosa. O tratamento pode incluir curetagem, que é a remoção mecânica das lesões, crioterapia com nitrogênio líquido e pomadas específicas. Mais de uma sessão pode ser necessária, dependendo do número de lesões. Nunca esprema ou cutuque as lesões. Isso espalha o vírus e pode causar infecção. Tratamentos caseiros geralmente não funcionam”, comenta Dra. Vivian Loureiro, dermatologista.

Para prevenir, evite contato direto com pessoas infectadas, não compartilhe toalhas ou roupas, mantenha boa higiene após piscina e academias. Evite coçar e procure um dermatologista ou pediatra para confirmação do diagnóstico e orientação adequada. Lembre-se, é uma condição benigna com excelente prognóstico.

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Infecção urinária em Criança: quando suspeitar? O que fazer?


Saiba as causas comuns e sinais de alerta

Você conhece uma criança que voltou a fazer xixi na roupa, reclama de dor ou vai ao banheiro muitas vezes? Pode ser infecção urinária, a segunda infecção mais comum na infância.

Segundo a urologista Dra. Lorena Marçalo, a infecção urinária em crianças pode ser mais grave, pois o sistema urinário ainda está em desenvolvimento.

Em bebês os sinais incluem febre sem causa aparente, irritabilidade, recusa alimentar e choro inconsolável. Em crianças maiores, fique atento a:

• Dor ou ardor para urinar;
• Vontade constante de fazer xixi;
• Urina com cheiro forte, cor escura ou presença de sangue;
• Dor abdominal ou nas costas;
• Perda de urina na roupa (em crianças que já estavam desfraldadas).

Meninas têm mais risco a partir dos 6 meses. Já em meninos, é mais comum nos primeiros meses de vida.

Se notar algum desses sintomas, procure um pediatra ou urologista o quanto antes.

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Câncer de cabeça e pescoço: sintomas que você não pode ignorar


Saiba os sintomas do câncer de laringe

Você sabia que o câncer de cabeça e pescoço pode evoluir de forma silenciosa? Os tipos mais comuns atingem a tireoide, boca e laringe, e os sintomas podem passar despercebidos.

“Fique atento a nódulos no pescoço, manchas brancas ou vermelhas na boca, feridas que não cicatrizam, dor de garganta persistente, dificuldade para engolir e rouquidão por mais de 15 dias,” alerta o cirurgião de cabeça e pescoço Dr. Murilo Neves.

Cigarro, álcool em excesso e exposição ao sol são fatores de risco. Use protetor solar e mantenha hábitos saudáveis.

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Caxumba: quando a doença “desce”, é perigosa?


Saiba o que é, os sintomas e complicações

Você sabia que a caxumba pode causar complicações nos testículos, ovários e até meningite? Embora geralmente seja leve, a doença viral é altamente contagiosa e exige atenção.

“Ela causa inchaço no pescoço, dor ao mastigar, febre e mal-estar. Em homens, pode inflamar os testículos, e em gestantes, até provocar aborto,” explica a infectologista Dra. Juliana Framil. O tratamento é sintomático, com repouso e hidratação.

A melhor forma de prevenção é a vacina tríplice viral, disponível gratuitamente no SUS. Mantenha sua vacinação em dia.

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Câncer: 10 sinais que você não pode ignorar


Saiba quando se preocupar e procurar um médico

Você sabia que o câncer é a segunda principal causa de morte no Brasil?

“Quando descoberto cedo, muitos tipos de câncer têm chance de cura acima de 90%,” alerta o urologista Dr. Fábio Ortega. Por isso, é essencial ficar atento a sinais persistentes, como nódulos, perda de peso sem motivo, cansaço excessivo, feridas que não cicatrizam e alterações em pintas.

Outros sinais incluem mudanças intestinais, tosse ou rouquidão prolongadas, dificuldade para engolir, febre sem causa aparente e sangramentos anormais.

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Futebol sul-mato-grossense chega à 48ª edição e abre competição com Operário e Pantanal


Federação apresenta troféus neste sábado e abre a 48ª edição no Jacques da Luz

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Gripe aviária: o que é e quando se preocupar?


A Gripe aviária pode causar outra pandemia?

Você já ouviu falar de gripe aviária e ficou com medo de pegar? Essa infecção é causada por vírus influenza A, como o H5N1, que normalmente circulam entre aves, mas podem atingir humanos em casos raros.

“A transmissão acontece por contato direto com aves ou vacas contaminadas, especialmente durante a ordenha ou manipulação de excreções”, explica a infectologista Dra. Mirian Dal (CRM: 115.036/SP | RQE: 40.752).

Os sintomas lembram uma gripe comum, mas com maior risco de pneumonia e complicações graves. Casos humanos são raros, mas a letalidade já chegou a 50% em surtos pelo mundo. Se você teve contato com aves doentes e apresentar febre alta, cansaço ou falta de ar, procure atendimento médico imediatamente.

A prevenção inclui evitar contato com animais infectados e nunca consumir leite cru ou ovos malcozidos.

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