'O documento ressalta que existem evidências científicas fundamentadas da ausência de circulação do vírus da febre aftosa no território nacional, destacando também a conformidade dos controles oficiais do Paraguai, recomendando às autoridades comunitárias a considerar o Paraguai como um fornecedor confiável de carne fresca à União Européia (UE)', disse o documento emitido pelas autoridades paraguaias.
O comunicado diz também que esta conclusão dos especialistas europeus outorga uma classificação positiva às inspeções realizadas e particulariza os avanços obtidos no setor pecuário e a nível das autoridades competentes.
No entanto, o documento esclarece que os europeus recomendaram realizar ajustes em alguns setores do sistema de certificação oficial.
'Quanto aos passos seguintes, conforme os procedimentos vigentes, o Senacsa conta com 25 dias úteis para a comunicação de um plano de ação para implementar as recomendações', informa o comunicado.
Segundo o documento, a Direção Geral de Saúde e Proteção dos Consumidores (Sanco) da Comissão Européia deverá encaminhar o documento paraguaio ao Comitê Permanente, a quem compete decidir com relação à autorização para a entrada de carne bovina paraguaia. A reportagem é do ABC Digital. (Informações Rural Centro)
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