Ademar Silva Júnior, presidente da Famasul, explanou sobre as atividades desenvolvidas nos municípios, através dos sindicatos rurais, universidades e escolas. “Ao controlar as receitas e as despesas, o que auxilia na tomada de decisão, o produtor rural passa a ter gestão do próprio negócio. Mesmo no campo, é necessário compreender tudo o que envolve o contexto”.
O diretor-presidente da Iagro, Roberto Rachid Bacha, não pode comparecer ao evento por estar reunido com os supervisores regionais do interior, discutindo questões como o término da vacinação contra aftosa na Zona de Alta Vigilância. Sobre a importância do conhecimento das questões sanitárias abordadas pelo “Sanidade Sem Fronteiras”, Bacha explica: “Conhecendo o próprio negócio, o produtor pode tirar melhor aproveitamento de sua propriedade. Com um controle mais eficiente, o negócio se torna mais empresarial, deixando de lado práticas empíricas e focando o objetivo no ganho de qualidade”.
O Projeto “Sanidade sem Fronteiras” possui três etapas: Educação Sanitária, “Registrar” e “Administrar”. Há previsão de uma quarta parte, chamada “Produzir”. Implantado em 2007, já formou 901 agentes de saúde animal e 422 em Educação Sanitária. (Com Assessoria)
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