A expectativa a partir de agora é de que haja um aumento contínuo da capacidade de suporte das pastagens, ou seja, um numero maior de cabeças em área cada vez menor. Segundo o diretor da AgraFNP, José Vicente Ferraz, a recuperação da produção de carne bovina virá com ganhos contínuos de produtividade.
Pastagem
A consultoria prevê ainda uma redução de 17 milhões de hectares na área dedicada à criação de gado, entre 2008 e 2017. Essa perda se dará pela substituição de pastagem por lavouras. A abertura de novas áreas de pastagens nas Regiões Norte e Nordeste não será suficiente para compensar a substituição por lavouras, avalia a consultoria.
Exportação
Em relação à exportação de carne bovina, a perspectiva é de que o mercado externo passe a ser responsável por 32% da produção total de carne nos próximos 10 anos. Atualmente, o mercado externo representa 28% de toda a carne produzida no País. Esse crescimento, segundo a AgraFNP, deve ocorre em virtude do aquecimento dos preços do produto no mercado internacional, que permanecerão atrativos para o exportador.
A consultoria estima, ainda, que a demanda por carne bovina continue crescendo anualmente a uma taxa de 250 mil a 300 mil toneladas de equivalente carcaça (peso da carne desossada, convertida em carne com osso). Os principais mercados são os países asiáticos e os Estados Unidos. Dentro desse cenário, a AgraFNP considera que a participação das cotações internacionais na formação dos preços internos do boi gordo aumentará cada vez mais.
A AgraFNP divulga hoje, em São Paulo, a edição deste ano do Anualpec, onde aborda o atual ciclo da pecuária de corte no Brasil, o tamanho do rebanho e a produtividade nacional. (Fomte: Agência Estado)
.
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.

