O pré-candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul, Capitão Contar, posicionou-se de forma contrária ao lançamento do programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta semana, em meio ao cenário pré-eleitoral.
O programa prevê investimento de R$ 11 bilhões e tem como foco o enfrentamento às facções criminosas, o combate ao domínio territorial do crime organizado e ações integradas de segurança pública em todo o país.
De acordo com o parlamentar, o combate às organizações criminosas exige trabalho permanente, planejamento estratégico e integração entre as forças de segurança, não podendo ser tratado apenas em momentos de pressão política ou eleitoral.
“O brasileiro convive diariamente com facções, tráfico, violência e avanço do crime organizado. Segurança pública não pode virar pauta somente para propaganda pré-eleitoral. O enfrentamento à criminalidade exige inteligência, atuação eficaz e respaldo às forças de segurança”, afirmou.
Lula governou o país entre 2003 e 2010 e está em seu atual mandato desde janeiro de 2023. Nesta semana, o governo federal passou a priorizar o combate ao crime organizado em seu discurso oficial, apesar de a segurança pública ser um problema histórico enfrentado pelos brasileiros há décadas.
Capitão Contar defendeu ainda que o enfrentamento à criminalidade organizada depende da cooperação entre União, estados e municípios.
“Mais do que anúncios, a população espera resultados concretos na segurança e na proteção das famílias brasileiras”, concluiu.
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