Campo Grande 00:00:00 Terça-feira, 12 de Maio de 2026


Executivo Terça-feira, 12 de Maio de 2026, 11:24 - A | A

Terça-feira, 12 de Maio de 2026, 11h:24 - A | A

Transparência

Após prisão em operação do Gaeco, governo exonera presidente da Agesul

Rudi Fiorese é investigado por supostas fraudes em contratos de tapa-buraco em Campo Grande

João Gabriel Vilalba
Capital News

O Governo de Mato Grosso do Sul exonerou o diretor-presidente da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), Rudi Fiorese, após a operação do Gaeco e do Gecoc que resultou em sua prisão na manhã desta terça-feira (12), em Campo Grande.

Em nota, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso do Sul (Seilog) afirmou não ser alvo da investigação, que apura contratos firmados na Capital.

“O diretor-presidente da Agesul figura por sua atuação anterior na Secretaria de Obras da Capital, período ao qual a investigação se restringe. A Seilog, comprometida com lisura e transparência na administração pública, acompanha o desenrolar da investigação e já tomou as providências necessárias, com exoneração do servidor”, informou a pasta.

Ex-secretário foi preso em operação

Divulgação/MPMS

Ex-secretário Rudi Fiorese é preso em operação e MP encontra R$ 186 mil em espécie em casa

Notas foram encotradas na casa do ex-secretário

Ex-secretário municipal de Obras de Campo Grande, Rudi Fiorese foi preso durante a Operação “Buraco Sem Fim”, deflagrada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) para investigar suspeitas de fraudes em contratos de manutenção de vias públicas.

Durante o cumprimento dos mandados, investigadores encontraram cerca de R$ 186 mil em dinheiro vivo na residência de Rudi. Em outro imóvel ligado a um servidor investigado, foram apreendidos mais R$ 233 mil em espécie, totalizando pelo menos R$ 429 mil localizados pela operação.

A ação foi coordenada pelo Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc), com apoio do Gaeco, da Unidade de Apoio à Investigação do CI/MPMS e da 31ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público da Capital.

Ao todo, foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e dez de busca e apreensão em Campo Grande.

Segundo o MPMS, a investigação identificou a atuação de uma organização criminosa suspeita de fraudar contratos de tapa-buraco por meio da manipulação de medições e realização de pagamentos indevidos.

• • • • • 
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.

• • • • • 
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado. 

Comente esta notícia


Reportagem Especial LEIA MAIS