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Polícia Quarta-feira, 03 de Junho de 2026, 09:05 - A | A

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Operação Riqueza Sombria

Operação contra lavagem de dinheiro prende dois em flagrante por posse de armas

Ação investiga esquema ligado ao tráfico internacional de drogas que movimentou R$ 116 milhões

Elaine Silva
Capital News

Divulgação/PCMS

Operação contra lavagem de dinheiro prende dois em flagrante por posse de armas

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Duas pessoas foram presas em flagrante por posse ilegal de arma de fogo durante o cumprimento da Operação Riqueza Sombria, realizada nesta terça-feira (2) em Mato Grosso do Sul. As prisões ocorreram nos municípios de Campo Grande e Sete Quedas.

A operação é conduzida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro e tem como foco o combate a uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, tráfico interestadual de entorpecentes e lavagem de dinheiro. Mandados judiciais também foram cumpridos nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Divulgação/PCMS

Operação contra lavagem de dinheiro prende dois em flagrante por posse de armas

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Segundo as investigações, o grupo criminoso, ligado à facção Comando Vermelho, teria movimentado cerca de R$ 116 milhões em atividades ilícitas entre os anos de 2017 e 2021. Em Mato Grosso do Sul, além de Campo Grande e Sete Quedas, o município de Dourados também foi alvo das diligências.

Durante a operação, policiais do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assalto e Sequestros), com apoio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), apreenderam armas de fogo, aparelhos eletrônicos e documentos considerados relevantes para o avanço das investigações.

Divulgação/PCMS

Operação contra lavagem de dinheiro prende dois em flagrante por posse de armas

Operação contra lavagem de dinheiro prende dois em flagrante por posse de armas

Na Capital, além da arma encontrada com o investigado, os agentes recolheram equipamentos eletrônicos e anotações que poderão auxiliar na identificação da estrutura financeira e operacional da organização criminosa.

As investigações tiveram início em 2020, após ações policiais realizadas em comunidades do Rio de Janeiro durante o período da pandemia. Na ocasião, foram apreendidos entorpecentes, rádios comunicadores, comprovantes bancários e uma réplica de arma de fogo.

A análise do material apreendido revelou movimentações financeiras consideradas suspeitas, incluindo depósitos realizados em agências bancárias próximas a áreas dominadas pela facção. De acordo com a Polícia Civil fluminense, um dos investigados chegou a movimentar R$ 98 mil por meio de 54 depósitos em dinheiro vivo.

A operação busca reunir novas provas que contribuam para a responsabilização dos envolvidos e para o desmantelamento da estrutura financeira utilizada pelo grupo criminoso.

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