Já são 15 jogos assim sob o comando do treinador, e neles o aproveitamento é superior aos confrontos oficiais --82% a 73%.
Até aí nada anormal, mas a comparação dos placares nos dois tipos de duelos mostra que amistoso para o Brasil de Dunga tem significado especial.
A lógica diz que amistosos são jogos soltos, sem tanta responsabilidade. Mas, no caso da seleção, são duelos com menos gols que os oficiais. Pelas eliminatórias e na Copa América da Venezuela, o Brasil de Dunga fez jogos com média de 3 gols por duelo (são 2,6 em amistosos).
Foram só duas goleadas em jogos "festivos", contra um combinado do Kuait e diante do Chile, ambos por 4 a 0. Em duelos oficiais, o Brasil já fez 6 a 1 nos chilenos e 5 a 0 no Equador.
O Brasil já teve expulsos em amistosos (Elano, contra o México) e algumas vezes é bem mais faltoso --contra a Irlanda, foram 21 infrações, ou 20% a mais do que a média geral da equipe.
O próximo jogo também é um amistoso: no dia 26 de março, contra a Suécia.
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