Desde a última participação, em Atlanta-1996, a modalidade vive uma crise sem precedentes. A próxima chance só virá em 2012, nos Jogos de Londres. Mas os resultados recentes não dão muitos motivos para o torcedor ser otimista.
Contra a Alemanha, o Brasil até fez um primeiro quarto equilibrado, mas foi massacrado pelo adversário do segundo período em diante. No fim, tentou reagir e cortou a vantagem para 11 pontos, mas foi em vão. Com ótima atuação de Nowitzki, os alemães passearam em quadra e garantiram a vaga na semifinal contra a Croácia.
Nowitzki anotou 20 pontos, sete rebotes e cinco assistências. Outros quatro jogadores alemães pontuaram em dígitos duplos: Pascal Roller, que castigou o Brasil com suas bolas de três e fez 15 pontos, Greene (14), Kaman (12, além de 14 rebotes) e Wysocki (10).
O Brasil, mais uma vez, teve Tiago Splitter como cestinha, com 16 pontos. Marcelinho Machado fez 11, mas errou seis das sete bolas de três que tentou. A seleção, por sinal, acertou apenas três dos 19 chutes de longa distância.
Moncho Monsalve tinha cogitado começar o jogo com Baby e Splitter no garrafão, mas acabou deixando Baby no banco e começou com JP Batista na marcação de Nowitzki. O jogo teve um início tenso, e a primeira cesta só saiu após dois minutos, com Wysocki. O ataque brasileiro não conseguia se encontrar, e os alemães chegaram a abrir 7 a 2. Em seguida, Marcelinho Machado e Alex empataram o placar. Nowitzki errou quatro dos seus primeiros cinco arremessos e dava a entender que teria uma tarde ruim. Pura ilusão.
No fim do período, Baby substituiu JP Batista. Em seu primeiro lance, bateu para cima de Nowitzki, sofreu a falta e fez a cesta. Em belo passe de Machado, Huertas cortou a diferença para um ponto, e o primeiro quarto terminou em 14 a 13 para os alemães.
No início do segundo quarto, Huertas colocou o Brasil à frente pela primeira vez. A Alemanha levou quase dois minutos para pontuar, mas Nowitzki e Roller entraram no jogo e abriram 31 a 24. A marcação em cima de Nowtizki falhava, e Roller continuava com a mão certeira da linha de três. Diante da pane brasileira, a diferença chegou aos 19 pontos, e os alemães foram para o intervalo com 45 a 26 no placar.
No terceiro período, a Alemanha só ampliou seu domínio. O Brasil só marcou quatro pontos nos sete primeiros minutos do quarto. Apático e sem marcação, o time permitiu que os alemães abrissem 27 pontos de vantagem no placar. A parcial ficou em 62 a 39.
No quarto período, a seleção ensaiou uma reação. A equipe começou a parcial com uma seqüência de 11 a 1. A diferença no placar chegou a cair para 11, mas os alemães seguraram o jogo e levaram a vantagem até o fim. (Fonte: Globo.com)
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