Em maio, o IPCA de Campo Grande registrou alta de 1,31%, segundo dados divulgados pelo IBGE. O índice ficou acima do observado em abril e foi fortemente influenciado pelo aumento no custo da energia elétrica e de itens da alimentação.
A maior pressão veio do grupo Habitação, que subiu quase 5% no mês. Dentro dele, a energia elétrica residencial teve destaque ao encarecer mais de 13% após reajuste autorizado pela Aneel para a concessionária local.
O setor de Alimentação e bebidas também teve impacto relevante, com alta acima de 2%. Produtos como tomate, batata, cebola e cortes de carne registraram aumentos, tanto no consumo doméstico quanto fora de casa.
Outros grupos pesquisados também apresentaram avanço nos preços, entre eles saúde, comunicação, vestuário e despesas pessoais, todos contribuindo para o resultado positivo da inflação no mês.
Na direção contrária, o grupo de transportes registrou queda, puxado pela redução nos preços dos combustíveis, como gasolina, etanol e diesel. A área de educação também apresentou leve recuo no período.
Com o resultado de maio, a inflação acumulada em 2026 na capital chegou a 3,98%. Em 12 meses, o índice alcançou 4,30%, conforme o levantamento do IBGE.
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