O primeiro é "Angel", no CineCultura, uma adaptação de um romance homônimo escrito nos anos 50 pela novelista inglesa Elizabeth Taylor. A filha de um comerciante sonha em se tornar uma escritora famosa, para assim freqüentar a bela mansão de campo à frente da qual ela sempre passa, mas que nunca pôde entrar. A precoce Angel derrama todos seus desejos românticos numa prosa florida, que acaba por chamar a atenção de um conceituado editor de Londres. Rapidamente a fama se manifesta e Angel logo revela sua verdadeira natureza. Mesmo assim, seus livros tornam-se muito populares na sociedade inglesa do começo do século XX, um sucesso que transforma Angel numa antipática e arrogante mulher que ninguém ousa desafiar. A trama é uma maneira do diretor François Ozon recriar o estilo e o visual dos grandes melodramas de Hollywood dos anos 30 e 40. Ele reúne um mundo multicolorido de fantasia e ilusão em cenários grandiosos, onde os excessos luxuosos de Londres suplantam a existência singela da jovem Angel. É o primeiro filme falado em inglês da carreira de François Ozon.
O destaque fica por "As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian", no Cinemark, segundo filme da história da Disney, após dois anos e meio do primeiro longa, As Crônicas de Nárnia - o Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, que faturou 745 milhões de dólares em todo o mundo e encorajou o estúdio a investir em todas as adaptações das crônicas de C.S. Lewis. O amadurecimento do roteiro pretende atingir também um público adulto ávido por seqüências épicas de batalhas medievais, a maior aposta financeira do novo filme. Na história, um ano se passou em Londres para os heróis Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia, mas, nas terras de Nárnia, um milênio se passou e os quatro - que outrora foram reis - viraram lenda de uma terra devastada. Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian custou incríveis 200 milhões de dólares para os cofres da Disney. O capricho no roteiro e nos efeitos especiais é resultado da cuidadosa direção de Andrew Adamson, vencedor do Oscar por Shrek e Shrek 2.
Ainda, "Vermelho Como o Céu", também no CineCultura, conta a saga de um garoto cego durante os anos 70. Ele luta contra tudo e todos para alcançar seus sonhos e sua liberdade. Mirco (Luca Capriotti) é um jovem toscano de dez anos apaixonado por cinema, que perde a visão após um acidente. Uma vez que a escola pública não o aceitou como uma criança normal, é enviado para um instituto de deficientes visuais em Gênova. Lá, descobre um velho gravador e passa a criar histórias sonoras. Baseado na história real de Mirco Mencacci, um renomado editor de som da indústria cinematográfica italiana.
A programação completa dos filmes em cartaz nas principais salas de cinema do Estado esta no nosso canal de cinema.
Os leitores do Capital News tem acesso aos trailers dos filmes.
.
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.

