Divulgação/Assessoria

Trecho concentra 17% dos acidentes da rodovia no Estado e deve receber R$ 16,5 bilhões em investimentos ao longo do contrato
O trecho urbano da BR-163 em Campo Grande deve passar por uma transformação estrutural nos próximos anos, com foco na redução de acidentes e na melhoria da mobilidade. A duplicação de cerca de 25 quilômetros do anel viário pretende enfrentar um problema antigo: o choque entre o tráfego pesado de longa distância e o fluxo urbano intenso em regiões densamente povoadas da Capital.
Sob responsabilidade da Motiva Pantanal, a obra integra o plano de otimização da concessão e prevê não apenas novas pistas, mas também passarelas, retornos, interseções em desnível e vias marginais. A proposta busca reorganizar acessos e eliminar pontos críticos, aumentando a capacidade da rodovia e reduzindo conflitos viários ao longo do perímetro urbano.
Levantamentos da Polícia Rodoviária Federal mostram que o anel concentra parcela significativa dos acidentes registrados na rodovia em Mato Grosso do Sul, reforçando a necessidade de intervenção. A avaliação técnica da Agência Nacional de Transportes Terrestres é de que a ampliação da estrutura atual será suficiente para atender à demanda projetada nos próximos anos.
Apesar da duplicação em andamento, existe um estudo da Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano propondo um novo contorno rodoviário fora da área urbana. A alternativa, no entanto, não foi incorporada à repactuação contratual validada pelo Tribunal de Contas da União, mantendo como prioridade a modernização do traçado já existente.
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