Com R$ 1 bilhão, os dois maiores programas sociais de Mato Grosso do Sul estão ofertando comida e energia elétrica para os mais pobres.
“Nenhum estado pós-retomada da economia conseguiu implantar dois programas que distribuem R$ 1 bilhão em dividendos à população mais carente: o Mais Social e o Energia Social. Enquanto o primeiro dá cartões com R$ 300 mensais para as famílias comprarem comida, o segundo paga as contas de luz daqueles que consomem até 220 kWh”, afirmou o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB).
O Energia Social, que começou a funcionar em janeiro deste ano, atende 162 mil famílias de todo o Mato Grosso do Sul que estão inscritas no CadÚnico (Cadastro Único) do Governo Federal.
Em pouco mais de um ano de existência, o Mais Social beneficia mais de 85 mil famílias em todos os municípios. De acordo com o levantamento, a meta é chegar a 100 mil até o fim do ano. “Olhar e não ter o alimento para dar para o filho é muito triste. [...] Dá para comprar arroz, feijão, uma mistura e o gás, que também está caro. Eu agradeço por ter esse benefício. Tem muita gente que não tem. Muitos e muitos estão passando fome nesse Brasil. Então, é um privilégio”, afirma a diarista Sueli de Lima, de 39 anos, que mora em Campo Grande.
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