“A baixa umidade relativa do ar em 15% nos preocupa muito pois pode colocar em risco a vida de milhares de operários da construção civil que integram esse mercado que emprega hoje, só na Capital, mais de 30 mil trabalhadores”, argumentou Samuel da Silva Freitas.
A reunião aconteceu agora à tarde na sede do Sinduscon (Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção Civil de MS) com o presidente Jari de Carvalho e Castro, que se propôs a acatar todas as reivindicações dos trabalhadores, entre elas a de fazer rodízio entre os operários no horário estipulado, fornecer água em abundância aos funcionários e redigir documento que informe a todos os trabalhadores sobre os riscos da exposição ao sol.
Samuel Freitas disse que há a possibilidade até de empresas fornecerem filtros solares para os operários, no entanto, considerou esta uma reivindicação mais difícil de ser atendida.
O sindicato patronal, segundo Freitas, se dispôs também a comunicar todas as empresas do setor da construção civil sobre os resultados da reunião e alertá-las quanto aos cuidados com os funcionários.
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