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Cotidiano Segunda-feira, 30 de Novembro de -0001, 00:00 - A | A

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Movimento sindical, que apoiou Dilma, pede redução de jornada para 40 horas

Redação Capital News (www.capitalnews.com.br)

A redução de jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais de trabalho, sem redução dos salários e uma ampla reforma tributária no País, são duas das principais reivindicações do movimento sindical brasileiro à presidenta eleita Dilma Roussef, informa Estevão Rocha dos Santos, vice-presidente da Força Sindical Regional Mato Grosso do Sul. “As centrais sindicais e as confederações nacionais de trabalhadores estão empenhadas em apoiar o novo governo brasileiro para que o País alcance novos patamares de crescimento e a reforma tributária vai ajudar muito nesse processo”, afirmou o sindicalista.

A redução de jornada para 40 horas semanais, segundo Estevão Rocha, vão permitir que as empresas formem novos quadros de funcionários, proporcionando maior distribuição de renda e gerando mais empregos. “Nós confiamos na nova presidenta eleita. Ela fará um bom governo pois já demonstrou isso somando forças com partidos aliados e estabelecendo um plano de metas e objetivos para seu governo”, afirmou.

Em Mato Grosso do Sul a Força Sindical, CTB, CGTB e CUT participaram das eleições em apoio a Dilma Roussef. Elas criaram o Comitê Sindical Pró-Dilma, que procurou aglutinar forças do movimento sindical do Estado para apoiar a candidada e suas propostas de governo.

Em meados de outubro as confederações de trabalhadores no comércio, indústria e outros segmentos da economia nacional, com sede em Brasília, encaminharam documento a Dilma Roussef, quando então candidada, demonstrando apoio e ao mesmo tempo já se posicionando com relação algumas questões de interesse da classe trabalhadora, como por exemplo:- Apoio à Proposta de Emenda Constitucional de combate ao trabalho escravo e ao trabalho infantil (PEC 438/2001); Projeto que tramita no Congresso nacional que prevê o combate permanente às práticas anti-sindicais e apoio também ao Projeto que tramita no Congresso Nacional que regulamenta as terceirizações de modo a defender os interesses dos trabalhadores para empresa contratada e coibir a prática de terceirização nas atividades fins das empresas (PL 1621/2007, PL 4302/1998 e PL 4330/2004).

Estevão Rocha dos Santos, que preside também, em Mato Grosso do Sul, o SEAAC/MS (Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio e em Empresas de Assessoramento, Auditoria, Perícias, Informações e Pesquisas e de Empresas de Serviços Contábeis de MS. Ex-Sintraconta) disse que o fato de Dilma Roussef ter maioria tanto na Câmara Federal como no Senado, vai ajudar bastante para que suas propostas de melhoria para o país passem com maior facilidade pelo Congresso Nacional.
Entretanto ele diz que será necessário que o governo tenha lideranças fortes nas duas casas (Câmara e Senado) para que a tramitação das propostas de melhorias não sofram obstáculos. “O movimento sindical de Mato Grosso do Sul e do Brasil está confiante no trabalho que deverá ser desenvolvido pela primeira mulher eleita para presidir o Brasil”, afirmou Rocha do Santos.(Com informações da assessoria)

 

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