Campo Grande 00:00:00 Quinta-feira, 14 de Maio de 2026


Cotidiano Sexta-feira, 01 de Fevereiro de 2013, 16:12 - A | A

Sexta-feira, 01 de Fevereiro de 2013, 16h:12 - A | A

Lixão: MPT entrará com ação contra a prefeitura

Paulo Fernandes e Bruno Chaves - Capital News (www.capitalnews.com.br)

A Prefeitura de Campo Grande e o Ministério Público do Trabalho não entraram em acordo sobre o uso e os cuidados do lixão do bairro Dom Antônio Barbosa e a promotoria irá mover uma ação civil contra a atual administração municipal.

Por meio do promotor Paulo Douglas, o MPT exigia da Prefeitura a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) contendo exigências para melhor qualidade de vida dos catadores e redução dos danos ao meio-ambiente. A Prefeitura, representada pelo secretário Semy Ferraz (Infraestrura) e pela diretora-presidente da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Campo Grande (Agereg), Ritva Cecília Vieira, considerou alguns pontos “absurdos e polêmicos”.

Esses pontos, segundo Semy, são a bolsa auxílio no valor de R$ 3 mil para cada catador, o fornecimento de equipamentos de proteção individual sem que haja um responsável por verificar se eles estão sendo usados, e a responsabilização do prefeito.

Clique na imagem para acessar a galeria

Secretário Semy Ferraz (Infraestrutura, Transporte e Habitação) acredita que alguns pontos do TAC não poderão ser cumpridos pela prefeitura
Foto: Bruno Chaves/CapitalNews

O secretário disse que a prefeitura até pode comprar o material de proteção individual, mas que precisa haver garantia de fiscalização para que os catadores usem esse material. Ele também garantiu que a prefeitura irá fornecer banheiro químico e água potável aos catadores, o que também foi pedido pelo MPT.

“O Município não vai firmar nenhum TAC, mas todo o trabalho de cooperação técnica continua para finalizar as obras da usina de reciclagem e melhorar as condições de trabalho dos catadores”, afirmou Ritva Vieira.

O promotor Paulo Douglas reconheceu que a situação de risco dos catadores vem da gestão municipal passada, mas afirmou que o principal objetivo do TAC é fazer com que a área de transição permaneça segurança e que a prefeitura se responsabilize para assegurar o trabalho sem perigo dos catadores.

Clique na imagem para acessar a galeria

Promotor Paulo Douglas diz que objetivo do TAC é preservar catadores e meio ambiente
Foto: Bruno Chaves/CapitalNews

Além disso, explica Paulo Douglas, um dos termos do acordo, que não foi assinado, visa preservar o meio ambiente. Os caminhões teriam que recolher toda noite o material que é deixado na área de coleta para os catadores. O objetivo é impedir que o local se transforme em um novo lixão.

O lixão tem sido um dos principais problemas de Campo Grande. Nesta sexta-feira, o • • • • • 

• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.

• • • • • 

• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado. 

 

Comente esta notícia


Reportagem Especial LEIA MAIS