O pedido de habeas-corpus chegou ao Supremo na segunda-feira. A defesa alega ausência de requisitos legais para a prisão preventiva, apontando violação do princípio constitucional de presunção de inocência. Isabella foi morta na noite de 29 de março, depois de ser esganada e jogada do 6º andar do prédio em que morava Alexandre e Anna Carolina, na zona norte de São Paulo.
O juiz responsável pelo caso no TJ paulista é Maurício Fossen, da 2ª Vara do Tribunal do Júri. Ele já ouviu as testemunhas de acusação e de defesa do caso. No dia 30, depõem mais três testemunhas convocadas por Fossen. (Fonte: Agência Estado)
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