De acordo com a Gestoria de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Gipoa), ambas as suspensões de funcionamento foram determinadas depois que vistorias de rotina do órgão detectaram contaminação microbiológica (por microorganismos) nos produtos fabricados.
No caso de Ponta Porã, o problema foi encontrado no controle de qualidade da indústria após a coleta de cinco amostras para controle fiscal.
Segundo a Gipoa, o funcionamento só poderá ser retomado depois que dois testes de controle de qualidade consecutivos, realizados em laboratórios de idoneidade reconhecida, apresentem resultados “bons”.
Após cumprida essa exigência, fiscais da Iagro voltam a coletar amostras no local, que serão analisadas pelo Laboratório de Diagnóstico de Doenças Animais e Análise de Alimentos (Laddan), em Campo Grande. A liberação só ocorre a partir de resultados laboratoriais favoráveis e também quanto à higiene do local.
Laticínios suspensos
Além das duas indústrias suspensas ontem, a Iagro também suspendeu este ano - e mantém a interdição devido à contaminação microbiológica - as atividades dos seguintes laticínios: Cooprolita (Itaporã), desde fevereiro; Laticínio Mutum (Brasilândia), desde setembro, e Latsul, de São Gabriel d’Oeste, desde o começo de outubro.
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