Robson Gonçalves da Silva Souza, participou do júri popular na manhã de hoje (09), pela 2ª Vara do Tribunal do Júri, em Campo Grande.
Ele estava sendo acusado de ter participado de um crime de homicídio ocorrido no dia (16) de setembro de 2010. Além dele estava Walney Mendes Barreto. Os dois estavam dentro de uma Brasília da cor azul, na rua Terlita Garcia no bairro Santa Carmélia.
Walney está preso e vai ser julgado no mês de junho. Os dois eram acusados de matar a tiros a vítima Cristiano de Andrade Barreto.
O promotor de justiça de Douglas Oldegardo Cavalheiros dos Santos, disse que Walney e Robson prestaram dois depoimentos na delegacia. Em um dos depoimentos Robson citou que atirou contra Cristiano por legitima defesa. E até citou que temi por minha vida . Eu dei um tiro nele é não consegui correr porque tenho problema na minha perna, mas não assumiu o crime de homicídio. No segundo depoimento ele disse que tinha agido por tortura e acusou Walney de ter matado o Cristiano.
Ele chegou abordando o veículo e estava muito nervoso. O advogado Ronald Calistro, citou que não tem provas concretas que Robson matou Cristiano. Ele até citou que Walney estava com o veículo do padastro da ex-mulher de Cristiano.
Varias testemunhas foi ouvido durante a investigação. O advogado Ronald disse que a ex-esposa do Cristiano havia chegado em um bar e tinha falado para varias pessoas escutar.
Dizendo que iria matar o Cristiano, porque ele havia agredido. Logo após essas testemunhas disseram que ela saiu no carro do Walney. Esse fato aconteceu um dia antes do crime.
Durante o velório do Cristiano as mesmas testemunhas afirmaram na delegacia que a ex-mulher da vítima disse que o Walney estava sendo cobrado pelo Cristiano, para devolver o veículo para o padastro da ex-esposa. E que Cristiano havia abordado Walney para tirar satisfação.
Para o advogado Ronald, Robson estava dentro do veículo pegando uma carona para ir até o posto de saúde fazer um curativo na perna e que ele não tinha nenhuma desavença com o Cristiano. Ele relatou também que um trabalhador de sistema de alarmes, que assistiu o crime relatou em depoimento que possivelmente quem atirou contra Cristiano foi o Walney.
Robson estava preso e liberdade conseguia prisão domiciliar para fazer tratamento. Hoje (09), ele foi absolvido do crime participar do crime de homicídio. Nenhum parente do Cristiano esteve no julgamento.
A polícia encontrou o veículo Brasília da cor Azul na casa de Walney com a arma embaixo do banco do motorista com sete munições intactas.

Robson tem prolemas na perna e tem dificuldade de se locomover
Foto: Deurico/Capital News
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