A família de Rita Stephany Ribeiro afirma que a estudante de 19 anos foi vítima de erro médico no período em que era paciente do Hospital Universitário (HU) de Campo Grande. A jovem iria se tratar de pedras no rim e saio sem poder andar.
Na tarde dessa terça-feira (8), o procurador regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), Felipe Fritz Braga, recebeu o presidente da Associação de Vítimas de Erros Médicos de Mato Grosso do Sul, Valdemar Morais de Souza, advogados e colegas da estudante.
Conforme conta o presidente da entidade, Rita foi internada em 26 de janeiro no HU para retirada de pedras nos rins, mas deixou o hospital, cerca de três meses depois, sem andar ou falar.
Para o procurador, que se pronunciou via assessoria de imprensa, “o prontuário é direito do paciente e dever do médico. Nele devem estar descritos, de maneira legível, não só os resultados de exames, mas também a anamnese, evolução e prescrições terapêuticas”.
O MPF instaurou, em 12 de fevereiro deste ano, Inquérito Civil Público para apurar irregularidades referente a hospitais que estariam negando aos pacientes acesso aos seus prontuários médicos quando solicitados. A denúncia da família de Rita Ribeiro será juntada ao ICP, que investiga denúncias semelhantes no Hospital Regional e na Santa Casa, ambos em Campo Grande.
O Capital News entrou em contato com o HU. Via assessoria de imprensa, a instituição informa que não se pronunciará oficialmente antes de ser notificada. Mas que, à tarde apresentará uma posição.(Com informações do MPF)
Por: Marcelo Eduardo – (www.capitalnews.com.br)
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