Ele explicou que mundialmente, o preço dos alimentos tem uma tendência de crescimento. “A carne é um entre vários produtos que estão sendo valorizados devido ao aumento do dólar e do petróleo”, destacou o presidente.
Ademar lembrou ainda da competitividade entre os frigoríficos. Conforme o presidente, o pecuarista teve que ser mais eficiente em seus negócios e absorverem cinco anos de prejuízos para manter-se na atividade. “Os pequenos e médios frigoríficos, matadouros e distribuidores precisam de representação para torna-los mais eficientes e competitivos”, destacou o presidente.
Quanto a “crise da carne”, Ademar comentou que “não há crise”. Ele afirma que a situação já era prevista. “Foram anos de prejuízos, o produtor rural teve que abater e vender matrizes”, colocou. (Com Assessoria)
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