Apressar a liberação dos recursos federais para contenção da erosão que se formou na avenida Marquês de Herval, no bairro Nova Lima tornou-se prioridade do Município, já que a cratera passou a comprometer, além da reserva ambiental, toda a infraestrutura urbana no local, inclusive serviços públicos como energia elétrica, asfalto e redes de água e esgoto.
A Defesa Civil de Campo Grande encaminhou ontem (2) um documento endereçado a Defesa Civil Nacional, em Brasília, reforçando a gravidade da situação, que passa a ameaçar a integridade física de uma parcela da população.
O coordenador da Defesa Civil da Capital, tenente-coronel Paulo César Monteiro Ayres, explica que a partir de o momento em que a Defesa Civil interfere no processo, o Governo Federal passa a enxergar a situação como prioridade máxima.
A Prefeitura da Capital calcula que a recuperação do estrago deve custar em torno de R$ 10 milhões aos cofres públicos. Como a erosão foi iniciada dentro da área de preservação ambiental, que pertence ao Ministério da Defesa Nacional, por ser área militar, o município está tentando viabilizar os recursos junto ao governo federal.
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