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Cotidiano Quinta-feira, 28 de Novembro de 2013, 19:15 - A | A

Quinta-feira, 28 de Novembro de 2013, 19h:15 - A | A

Contrato de R$ 430 milhões aprovados para obras será assinado em 2014

Samira Ayub - Capital News (www.capitalnews.com.br)

O secretário municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação, Semy Ferraz, afirmou na tarde desta quinta-feira (28) que a Câmara Municipal aprovou um pedido de empréstimo no valor de R$ 432 milhões que serão aplicados em obras na Capital, porém, segundo Ferraz, o contrato deve ser assinado somente em fevereiro de 2014.

Semy afirmou que a Seintrah está à frente mais de 200 obras, algumas estão em execução, já outras se encontram paralisadas momentaneamente, outras que aguardam licitação e ainda obras que apresentam problemas técnicos. O secretário disse que os recursos no valor de R$ 430 milhões foram aprovados, porém, a documentação está em tramitação e a expectativa é de ser assinado somente em fevereiro do ano que vem.

Apesar da morosidade, o secretário alegou que a lentidão no trâmite é comum quando se trata de recursos oriundos da esfera federal. “O PAC da Mobilidade começou há três anos”, disse Semy. “Outro exemplo é a obra da Orla Morena, cujo pedido começou há seis anos” completou o titular da pasta.

Segundo ele, a liberação dos recursos depende de uma série de documentação que deve ser apresentada ao Tesouro Nacional. Após a assinatura do contrato, os recursos serão depositados e irão contemplar a região do Segredo e Imbirussu.

O secretário afirmou, ainda, que existem duas obras de Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSF) que não começaram por estar em locais inadequados. Segundo ele, a unidade que seria construída no bairro Jardim Itamaracá seria instalada em um antigo lixão, mas somente após a licitação foi feito uma análise ambiental que constatou que o solo está contaminado, e por essa razão, foi necessário abrir um novo processo de licitação.

Já no bairro Arnaldo Estevão de Figueiredo, a UBSF seria construída em cima de uma praça construída pela comunidade. Sem o aval dos moradores, a secretaria precisou arrumar outro terreno e fazer nova licitação.

Belas Artes: Uma das obras mais morosas na Capital, a construção do Centro de Belas Artes, que seria destinado para abrigar o Terminal Rodoviário de Campo Grande, na avenida Ernesto Geisel, segue sem previsão de conclusão.

Segundo Semy Ferraz, hoje, o que emperra a obra está justamente na mudança de destinação do prédio. Projetado, inicialmente, para ser a nova rodoviária, a obra empacou inúmeras vezes. Desta vez, a causa da paralisação está na incompatibilidade do projeto. “Deu problema na fundação, de destinação, e vamos ter que cancelar o contrato, fazer uma adequação e licitar novamente”, afirmou Semy.

O secretário afirmou que nos próximos dias irão se reunir com a atual empresa responsável pela obra. “Reforma em órgão público tem que seguir o que está na planilha. A fundação, que foi projetada para outra finalidade, colocaria em risco a vida das pessoas que visitariam o Centro de Belas Artes. Então, pára e arruma, ou vamos ficar nessa lentidão”, afirmou Semy.
 

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