O simulado tem a finalidade de promover a integração do tempo de resposta dos Bombeiros e colocar em prática o Plano de Ação de Emergência da MSGás. “Queremos aperfeiçoar a relação intersetorial e o tempo de resposta para em uma condição real responder de maneira adequada”, disse o coronel José Antônio Pereira dos Santos, comandante metropolitano dos Bombeiros.
Esta é a primeira vez que é feito um simulado com gás natural. “O gás natural é mais leve que o ar, então ele se dissipa, diferente do gás de cozinha, que é mais pesado. Por conta disso, as formas de combate são diferentes”, explica o capitão Luídson Tenório Noleto. O gás não tem perigo de inalação, tem sim o perigo de criar nuvens tóxicas que podem acarretar em uma ‘bola de fogo’ ou fazer um ‘efeito maçarico’, que são explosões chegando a ter uma letalidade num raio de 25 a 50 metros.
Dentro da simulação, os Bombeiros tiveram a função de fazer o salvamento das vítimas, eliminar as fontes ígneas (que produzem faísca) e participar em ações de defesa civil. Os técnicos da MSGás fazem a manobra de válvulas para interromper o vazamento do gás. Já a Defesa Civil faz a evacuação de pessoas do prédio, isolamento da área, reordenamento de trânsito e restauração de cenário. Cerca de 40 pessoas trabalharam no simulado sendo 12 militares do Corpo de Bombeiros.
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