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Cotidiano Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015, 12:36 - A | A

Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015, 12h:36 - A | A

Destino: Ao acompanhar enteada em reencontro com pai, padrasto localiza filha após 22 anos

Luana Rodrigues - Capital News

O pastor evangélico Jorge Rosa de Souza de 51 anos, havia ido ao 5º departamento de Polícia Civil de Campo Grande para acompanhar o reencontro da enteada Prisciane Araujo da Silva com o pai que ela não via há mais de 19 anos. Muito emocionado com o momento, Jorge contou a investigadora da Polícia Civil, Maria Campos, que vivia uma situação semelhante àquela, também estava em busca de uma filha desaparecida. Em poucos minutos de trabalho, Maria localizou a filha de Jorge e em breve irá promover mais um reencontro entre pai e filha.

Jorge conta, que há cerca de 22 anos, teve um relacionamento com a mãe da menina, e logo depois os dois se separaram. Desde então, o pai procura pela filha que hoje já deve estar uma moça. “Não existe explicação para o que estou sentindo, só posso agradecer a Deus por ser tão bom comigo”, disse o pastor.

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O pastor não conteve a emoção ao saber que a investigadora localizou a filha
Fotos: Deurico/Capital News

Investigação
Tida como referencia em casos de busca a desaparecidos, a investigadora Maria Campo já encontrou mais de 1400 mil pessoas em Mato Grosso do Sul e 2 mil se somar aos encontrados no restante do pais. Entre tantos casos, Maria explica que a maioria são filhos procurando pelos pais: “Eles querem saber da sua origem, saber a história que veio antes deles e claro conhecer aos próprios pais”, conta.

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“Era o sonho da minha vida, que eu achava que nem merecia realizar”, disse o pai à filha que não via há 19 anos

A investigadora ainda afirma que esse tipo de casos são rápidos para se resolver, desde que haja interesse de ambas as partes. “Eu ligo para as pessoas e pergunto se elas querem ou não se encontrar, algumas vezes acontece de um filho não querer reencontrar um pai ou vice-versa, mas o mais comum é que ocorra o reencontro”, explica a investigadora.

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Família esteve na delegacia para que Prisciane reencontrasse o pai que não via há 19 anos
Foto: Deurico/Capital News

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