Alexssandro Loyola Divulgação
Cogitações da aliança têm sido divulgadas. Mas, agora, corre nos redutos tucanos a seguinte história: emissários do PMDB estariam assediando Reinaldo Azambuja para encabeçar uma para governador em 2014 com Nelsinho Trad de vice, André Puccinelli senador e Simone Tebet suplente.
Se eleito, o atual governador disputaria a sucessão de Alcides Bernal (PP) em 2016, e, se conseguir voltar a ser prefeito de Campo Grande, realizaria o sonho de sua vice-governadora que ficaria com a cadeira no Senado.
Como há muito tempo para definição de chapas, ninguém confirma nada. Os peemedebistas, por exemplo, mantém firmes em entrevistas à imprensa a afirmação de que terão candidatura própria à sucessão de André.
Afinal, enquanto nada é de fato definido, esse parece ser o melhor discurso. Até para evitar provocar rebeliões internas.
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Pensando MS... e agindo também
Enquanto é cortejado para alianças, Reinaldo Azambuja mantém o foco em 2014 e vai além de pensamentos e discursos.
Na noite da segunda-feira anterior, o tucano reuniu lideranças de várias regiões do estado no Grand Park Hotel, em Campo Grande.
Em pauta, o projeto "Pensando MS", uma versão estadual e ampliada do "Pensando Campo Grande" quando enviou equipes a 120 mil domicílios para saber o que o eleitor buscava na cidade, antes de disputar a prefeitura da Capital no ano anterior.
Aves bicudas cantam que, dentre os presentes, já teriam sido escalados futuros coordenadores de campanha para atuar no interior.
E até página no Facebook foi recentemente relançada.
O plano de voo, a princípio, ruma ao Parque dos Poderes.
Mas existe a cômoda alternativa de poder alterar a rota rumo ao Senado.
Vai depender para que lado os ventos vão soprar.
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