A Petrobras tem segurado reajustes nos preços dos combustíveis às vésperas da eleição, mesmo com valores abaixo do mercado internacional, sob pressão do governo, que é seu maior acionista. Por conta dessa defasagem, divulga semana passada (26) O Globo, há uma pressão dentro da empresa por aumentos, o que só deve ocorrer após as eleições. A estatal já vende gasolina nas refinarias abaixo do Preço de Paridade de Importação (PPI) há seis semanas e o diesel há quatro, conforme dados do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Pelo relatório do CBIE da quarta-feira passada (26), a gasolina da estatal está 17,35% ou R$ 0,691 por litro mais barata que os preços internacionais. O diesel segue 14,86% ou R$ 0,854 por litro abaixo do PPI. Na média da semana passada, a defasagem da gasolina ficou em 8,03% e, a do diesel, 13,55%
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