Uma comissão criada pela Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil de Mato Grosso do Sul (OAB-MS) para analisar os documentos do inquérito do Supremo com base nas delações premiadas dos empresários Joesley e Wesley Batista, da JBS, vai avaliar cada caso dos políticos sul-mato-grossenses citados que atualmente ocupam cargos públicos, a começar pelo governador Reinaldo Azambuja. "A comissão deliberou por cingir o objeto dos trabalhos às autoridades sul-mato-grossenses mencionadas na delação que porventura estejam exercendo cargos públicos, especialmente a do governador do Estado, e ainda, por dever de ofício apurar se houve indícios de infração ético-disciplinar praticada por advogado", disse o conselheiro seccional Heitor Miranda Guimarães, que preside a comissão. O parecer sobre cada caso será entregue ao Conselho Seccional da Ordem. Criada na terça, a comissão inclui ainda os seguintes advogados: Fábio Nogueira Costa (relator), Felipe Ramos Baseggio (secretário) e os membros Sérgio Muritiba e Nancy Gomes de Carvalho.
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