Isac Nóbrega/PR
Os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump durante o encontro na Casa Branca na terça (19)
Jair Bolsonaro que retorna ao Brasil na manhã de ontem fez um balanço positivo de sua viagem oficial aos Estados Unidos. "Deixamos a América com a sensação de missão cumprida. Avanços importantes alcançados na área econômica, de segurança e política externa, bem como a consolidação do novo caminho de forte amizade entre Brasil e Estados Unidos. Vamos cooperar para o bem de nossos povos!", postou o presidente no Twitter, após a reunião com Donald Trump na Casa Branca.
Em frente a Blair House, onde ficou hospedado, Bolsonaro falou com jornalistas. Indagado sobre a decisão unilateral do Brasil de liberar o visto de entrada de turistas dos EUA, respondeu: "Alguém tinha que estender a mão, e fomos nós. Creio que possamos ganhar muito na questão do turismo. Sobre a falta de contrapartida, o presidente citou que nenhum norte-americano vem ao Brasil atrás de emprego, embora "o contrário exista".
Apesar dos elogios frequentes aos EUA,, Bolsonaro afirmou que a China é o maior parceiro comercial do Brasil. "A China é nosso principal parceiro. Todos sabem que no segundo semestre vou fazer uma visita à china. Vou me preparar muito para isso. A China é importante para nós”.
Sobre o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) para que os EUA façam lançamento de satélites na base de Alcântara, no Maranhão, respondeu: "A Base de Alcântara, para nós, está sendo ociosa, ou pior, deficitária. A entrada deles ajuda que possamos catapultar a indústria de lançamento de Alcântara. É vantajoso para nós". Disse ainda que o acordo também deve beneficiar a comunidade quilombola na região. “Nós queremos oferecer mercado de trabalho aos quilombolas. Todo mundo tem a lucrar nessa questão”.
Indagado sobre a declaração de Trump sobre a Venezuela, de que "todas as opções na mesa", o que incluiria uma intervenção militar, Bolsonaro evitou afirmar qualquer coisa. Disse que muito do que foi conversado é sigiloso, mas voltou a defender uma saída diplomática. “Diplomacia em primeiro lugar, até as últimas consequências". (Com Agência Brasil)
Deixamos a América com a sensação de missão cumprida. Avanços importantes alcançados na área econômica, de segurança e política externa, bem como a consolidação do novo caminho de forte amizade entre Brasil e Estados Unidos. Vamos cooperar para o bem de nossos povos!
LEIA A COLUNA DE HOJE CLICANDO AQUI EM MARCO EUSÉBIO IN BLOG
• • • • •

