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Política Terça-feira, 20 de Julho de 2010, 16:11 - A | A

Terça-feira, 20 de Julho de 2010, 16h:11 - A | A

Suposta tabela ajudaria empresário a dar dinheiro para campanha eleitoral; MS teria candidatos mais \"caros\"

Marcelo Eduardo - Capital News

Nota da coluna da jornalista Mônica Bergamo publicada na edição desta terça-feira (20) do Jornal Folha de S. Paulo traz informações sobre “preço dos candidatos” nessa eleições. Conforme o texto, repercutido pela versão online do veículo, Mato Grosso do Sul é o terceiro Estado em que eles são mais “caros”.

Traz o Folha Online que “circula entre alguns dos maiores grupos empresariais do Brasil, com sede em São Paulo, uma tabela”, que seria, segundo a coluna, feita a partir de dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para “ajudá-los a dar dinheiro para candidatos nas eleições”.

De acordo com a planilha, “o voto mais ‘caro’ do país é o de Roraima: R$ 28 por eleitor, para a escolha de um deputado estadual”. Ainda conforme a nota, “em seguida vêm Distrito Federal (R$ 14) e Mato Grosso do Sul (R$ 13,8)”. Em São Paulo e no Rio, o voto "custa" cerca de R$ 4.

A tabela é calcada no custo médio das campanhas de 2006, explica o site, recalculado para valores de 2010 e dividido pelo número de eleitores.

No site do Tribunal Superior Eleitoral constam registros de 73 candidaturas a deputados federais e 266 a deputados estaduais.

Ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), as coligações afirmaram suas estimativas de gastos, assim como voce fiocu sabendo também no Capital News, elas foram entregues no dia 5, com os pedidos de registros de candidaturas.

A Coligação “Amor, Trabalho e Fé”, encabeçada pelo governador André Puccinelli (PMDB) – que tenta sua reeleição estima gastar R$ 20 milhões. O grupo é formado por 14 siglas: PMDB, PSDB, DEM, PR, PMN, PSB, PTdoB, PRTB, PPS, PRB, PTB, PTC, PTN e PHS.

Em seguida, vem “A Força do Povo”, do ex-governador José Orcírio Miranda dos Santos (o Zeca do PT) – que quer voltar ao cargo. São estimados gastos de R$ 16 milhões. São 9 legendas: PT, PDT, PV, PP, PSL, PSDC, PRP, PCdoB e PSC.

Com candidaturas próprias, a chamada chapa pura (sem partidos aliados), o PSOL vem com Nei Braga na disputa ao governo do Estado e estima gastar R$ 250 mil.

Cada grupo tem dois candidatos ao Senado e um ao governo. Quanto aos postulantes a deputados – de que trata a nota publicada hoje –, o PSOL traz 3 a deputado federal. Para este cargo, há divisões nas duas coligações – as chamadas chapas proporcionais: “Amor, Trabalho e Fé I” (PMDB, PSDB, DEM, PR, PMN, PRB e PSB) vem com 22 candidatos; “Amor, Trabalho e Fé II” (PTdoB, PRTB, PPS, PTB, PTC, PTN e PHS), 19; e “A Força do Povo” (PT, PDT, PV, PP, PSL, PSDC, PRP, PCdoB e PSC), 24.

Para vagas na Assembleia Legislativa, o PSOL disputa com 6 candidatos. Os dois grupos vêm assim distribuídos: “Amor, Trabalho e Fé I” (PMDB, PSDB, DEM e PR), 43; “Amor, Trabalho e Fé II” (PTdoB, PRTB, PPS, PRB e PHS), 38; “Amor, Trabalho e Fé III” (PTB, PTC, PTN, PMN e PSB), 50; “A Força do Povo 3” (PT e PP), 30; “A Força do Povo 4” (PDT, PSL e PSDC), 25; e A Força do Povo 5 (PV, PCdoB, PRP e PSC), 61.(Com informações da Folha Online)


Por: Marcelo Eduardo – (www.capitalnews.com.br)

 

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