Peemedebistas que não aceitam a coligação nacional entre a legenda e o PT, em torno do nome de Dilma Roussef (PT) à candidatura a presidente da República em 2010, lançaram o governador do Paraná, Roberto Requião, como nome próprio do partido ao cargo. O evento foi no sábado, 21 de novembro, na capital do Estado, Curitiba.
A moção teve aval de representantes e deputados de 15 diretórios regionais do PMDB, do governador de Santa Catarina, Luis Henrique da Silveira, dos senadores Pedro Simon (RS) e Neuto de Couto (SC) e do presidente do PMDB de São Paulo, ex-governador Orestes Quércia, conforme publicado no site Paraná Online.
Simon seria o principal defensor de Requião: "Nós temos que tomar uma decisão. A partir de amanhã, podemos começar a percorrer o Brasil inteiro como pré-candidato. É só o Requião marcar a data que nós estamos nesta caminhada", afirmou, segundo o site.
Todavia, Simon teria afirmado que a candidatura própria não necessariamente seria estratégia do grupo para tentar junção com o PSDB. Ainda de acordo com o veiculado pela mídia paranaense: "Não há acordo nenhum com o PT. O que houve foi uma reunião que nem foi da executiva do partido", teria comentado Simon.
Em visita a Campo Grande, quando do encontro do Codesul (Conselho de Desenvolvimento do Sul), em 18 de novembro, Requião foi indagado pela imprensa se é a favor à união PMDB-PT. Ele foi irônico: “Não sou é a favor dos deputados se reunirem num jantar [refere-se ao oferecido por Temer] em Brasília e decidir o que a gente vai fazer. Acho que, depois de um jantar, o máximo que se pode escolher é a sobremesa.”
Requião referia-se ao jantar promovido pelo presidente nacional do PMDB, deputado federal Michel Temer, a Lula e Dilma, e deputados, em Brasília (DF). Tal encontro teria selado pré-acordo entre as legendas.(Com informações do Paraná Online)
Por: Marcelo Eduardo – (www.capitalnews.com.br)
