No cenário político nacional, PT e PMDB são aliados, inclusive com a dobradinha da presidente Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB). Com o lançamento da candidatura de Nelsinho Trad, parte do partido se mostrou descontente e defendeu aliança com Delcídio. O descontentamento repercutiu com a desistência de candidaturas, a exemplo de Dione Hashioka, licenciamento de Jerson Domingos da legenda para não apoiar Nelsinho e um racha interno que foi exposto pelos mais descontentes, como o vereador Vanderlei Cabeludo. Soma-se a isso indícios históricos de proximidade entre André Puccinelli e Delcídio para dar pistas dos rumos que o PMDB deve tomar neste segundo turno.
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Cinquenta mil votos separam Delcídio de Reinaldo; confira totalização
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Foto: Deurico/Capital News
Logo após a apuração das urnas, tanto Delcídio quanto Reinaldo fizeram questão de elogiar o trabalho de Nelsinho Trad e reafirmar a importância do ex-prefeito no cenário eleitoral. Delcídio foi mais objetivo e disse que não terá problemas em se aproximar do PMDB. “Tenho o diálogo com o governador, com importantes quadros dentro do PMDB, não terei nenhuma dificuldade em construir o diálogo”, disse Delcídio.

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Foto: A. Ramos e Deurico/Capital News
Já Reinaldo somente afirma que pretende agregar quem possa somar, sem deixar claro se há conversas neste sentido com Nelsinho e a executiva do PMDB. O presidente municipal do PSDB Carlos Alberto Assis segue o discurso e não fala abertamente em “disputa” pelo apoio de Nelsinho. “Não vai ter uma disputa pelo Nelsinho, o que vamos fazer é trabalhar para agregar pessoas”, disse Assis.

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Foto: Deurico/Capital News
Por fim, Junior Mochi não fecha a possibilidade de liberar o partido para que cada escolha por conta própria quem irá apoiar. “Cada município tem uma realidade de aliança, seja com o PT ou com o PSDB. O partido pode tomar essa decisão em unidade ou pode deixar a decisão cargo de cada um”, finalizou Mochi.
