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Cotidiano Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009, 12:03 - A | A

Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009, 12h:03 - A | A

Para Jacini, tranferência de detentos não provocou aumento de criminalidade na Capital

Jefferson Gonçalves - Capital News (www.capitalnews.com.br)

O Secretário de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Jacini, confirmou que não há motivos de preocupação após a chegada de mais sete presos do Rio de Janeiro para o Presídio Federal de Campo Grande ocorrida neste domingo.

Para o secretário, não há índices que mostram qualquer aumento de criminalidade na Capital após a chegada dos criminosos. “Até o momento não temos nenhum indício de aumento de criminalidade com estas transferências” disse o secretário durante a solenidade de comemoração dos 30 anos de existência da Ciptran (Companhia Independente de Trânsito).

Na manhã de domingo, sete presos do Rio de Janeiro, suspeitos de serem os líderes dos constantes conflitos no Morro dos Macacos.

No sábado, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro autorizou a transferência dos detentos. Foram transferidos: Wilson Carlos Rabello Quintanilha, o Abelha; Levi Batista da Penha, o Baby; Odir dos Santos, o Odir da Vila do João; Marcelo Fonseca de Souza, o Marcelo Xará; Bruno da Silva Loureiro, o Coronel; Marcio Batista da Silva, o Dinho Porquinho, e Marcos Marinho dos Santos, o Chapolim, todos acusados de terem envolvimento com a tentativa de invasão do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, no dia 17 de outubro.

A transferência de detentos para o Presídio Federal de Campo Grande em sendo alvo de constantes discussões abordando os índices de criminalidade na Capital. No dia 24 de outubro, a Secretaria de Segurança transferiu para Campo Grande, dez presos que também seriam líderes da invasão ocorrida no Morro dos macacos. A transferência fez com que o prefeito Nelson Trad Filho fosse a Brasília para pedir ao Depen (Departamento Penitenciário Nacional) para que analise novamente a situação de transferência dos detentos para a Capital, onde teve a garantia da retirada dos detentos em um prazo de 60 dias.

Por Jefferson Gonçalves - Capital News

 

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