Os recursos para custeio e comercialização aumentaram 18,2% em relação ao ano passado, sendo R$ 41,4 bilhões a juros controlados e R$ 16,6 bilhões a juros livres, totalizando R$ 58 bilhões. O aumento de 37% dos recursos de investimentos, de acordo com o diretor, reflete a retomada de confiança dos agricultores que vivenciaram a crise agrícola de 2005 e 2006. Os investimentos devem persistir em alta na atual safra.
Houve aumento também na contratação de créditos de custeio e comercialização a taxas livres, com destaque para o volume de empréstimos para a agroindústria, que alcançou R$ 11,1 bilhões. Esses recursos, à medida que forem sendo amortizados, serão direcionados ao financiamento de operações de custeio agrícola a produtores rurais e suas cooperativas.
O aumento na disponibilidade de recursos foi favorecido pelos depósitos à vista (25% exigíveis sobre os depósitos à vista que os bancos são obrigados a emprestar ao setor rural) e pela captação da caderneta de poupança rural (os bancos oficiais e os cooperativos têm de aplicar 65% da captação na poupança rural), que totalizaram R$ 39,4 bilhões, em empréstimos ao setor rural.
Embora o total de recursos aplicados na safra passada tenha coincidido com a programação da safra atual (R$ 65 bilhões), ele disse que "merece destacar que os recursos a taxas de juros controlados, programados para 2008/09, aumentaram 14,4% em relação ao montante aplicado no ciclo passado. As informações são da assessoria de imprensa do ministério. (Fonte: Agência Estado)
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