O município de Inocência, em Mato Grosso do Sul, ingressou com ação de execução fiscal contra a Suzano S.A. para cobrar débitos de ISSQN (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza). O processo foi protocolado no dia 15 de dezembro e requer o pagamento da dívida no prazo de cinco dias, sob pena de penhora de bens.
Conforme a certidão de lançamento da dívida ativa anexada aos autos, são cobrados nove débitos, com valores que variam entre R$ 57.434,83 e R$ 527.541,17. Até o momento, não houve decisão do juiz Olivar Augusto Roberti Coneglian sobre o pedido.
Embora mantenha fábricas em Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo, a Suzano opera um porto seco no município de Inocência, estrutura estratégica para o escoamento da produção. No local ocorre a integração entre rodovia e ferrovia, permitindo o transbordo da celulose transportada por caminhões de grande porte.
A carga sai da unidade industrial de Ribas do Rio Pardo em caminhões com cerca de 30 metros de comprimento até o terminal instalado às margens da MS-316. Em Inocência, a celulose é transferida para vagões ferroviários com destino ao porto de Santos, em São Paulo, de onde segue para exportação.
A cobrança do imposto municipal está relacionada à prestação de serviços vinculados à operação logística no território de Inocência, ponto considerado estratégico para a cadeia de transporte da empresa no Estado.
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