Cinco pessoas foram mortas neste fim de semana na Capital e em Ponta Porã. Quatro assassinatos foram registrados em Campo Grande e um em Ponta Porã. Em todos os casos, nenhum suspeito foi detido.
Na madrugada de domingo (24), por volta das 3 horas da manhã, Horácio Pereira Silva, 71 anos, foi encontrado morto por seu neto de 16 anos em sua casa. A vítima estava deitada sobre a sua cama com várias perfurações feitas a golpes de faca. De acordo com os moradores próximos ao local do crime, na residência funcionaria uma boca de fumo.
Por volta das 4 horas da manhã de domingo, um homem de aproximadamente 50 anos foi encontrado morto no bairro São Conrado, em Campo Grande. A vítima não possuía documentos e tinhas várias perfurações feitas à faca no tórax. O corpo foi encaminhado até o Instituto Médico Legal (IML) para exames necroscópicos.
Ainda na madrugada de ontem, Ramão Peralta Romeros, 45 anos, morreu após ser atingido por um tiro na cabeça, na Vila Popular na Capital. Ramão estava junto com o seu irmão, quando foi atingido por um tiro. A vítima chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros até a Santa Casa, onde foi internado, mas não resistiu aos ferimentos.
Na tarde de sábado, Diogo Barreto Canhoto, 27 anos, foi morto a tiros no bairro Jardim Noroeste da Capital. A vítima foi chamada por uma pessoa que teria uma desavença, para conversar. Ao chegar no local, Barreto foi atingido por três tiros à queima-roupa. O corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram até o local, porém não resistiu aos ferimentos. De acordo com a polícia, o suspeito do crime seria um homem identificado como “Marquinhos”. Suspeito e vítima seriam ex-detentos do Presídio de Dois Irmãos do Buriti e estariam em regime domiciliar.
Ponta Porã
Já em Ponta Porã, Airton Corrêa Góes, 36 anos, foi morto a tiros devido a uma discussão entre familiares na tarde de sábado. O crime aconteceu no Assentamento Rural Itamarati da Comunidade Dorcelina Folador. De acordo com a polícia, o suspeito do crime seria um homem identificado como Valdeir Góes.
Por Jefferson Gonçalves - Capital News
