Ramão Evangelista Cristaldo, gerente da fazenda Brasília do Sul localizada em Juti, pediu ajuda aos parlamentares que compõem a Comissão Parlamentar Inquérito (CPI). Ele havia sido ouvido pela comissão que investiga se o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) financia ou incita as invasões de propriedades rurais em Mato Grosso do Sul.
De acordo com a assessoria, o advogado enviou uma correspondência questionando como pode se proteger das ameaças que vem sofrendo depois que afirmou que representantes do Conselho Indigenista arquitetam as invasões em Mato Grosso do Sul.
A carta foi lida pelo deputado estadual Paulo Correa (PR), que é relator da CPI. A presidente da Comissão, a deputada Mara Caseiro (PTdoB), informou que vai repassar a informação à Secretaria de Segurança Pública do Estado e à Polícia Federal para que as ameaças sejam analisadas.
A CPI do Cimi é conduzida pelos deputados estaduais Mara Caseiro; Marquinhos Trad (PMDB) como vice; Paulo Corrêa como relator, e os parlamentares membros Onevan de Matos (PSDB) e Pedro Kemp (PT).


