Começou na segunda-feira (02) e segue nesta terça-feira (03) o julgamento sobre a execução por engano do estudante de Direito, Matheus Coutinho Xavier, 19 anos,que foi assassinado em abril do ano passado com tiros de fuzil em frente à sua casa. O forum foi cercado com escolta do Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Bancos, Assaltos e Sequestros (Garras) e do Batalhão de Choque da Polícia Militar. Dos sete acusados, Jamil pai e filho, Marcelo Rios e Vladenilson Daniel Olmedo estão no presídio de Mossoró. Outros dois, que seriam os executores, estão foragidos: José Moreira Freires e Juanil Miranda Lima.
Ontem, a Justiça de Mato Grosso do Sul ouviu por cerca de oito horas testemunhas de acusação sobre a execução. Participam 12 advogados e três delegados, entre eles Carlos Delano, Tiago Macedo e Daniela Kades. O pai de Matheus e a esposa de Marcelo Rios, prestaram depoimento. As oitivas devem seguir até na terça-feira com mais seis testemunhas.
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Empresário Jamil Name, Jamil Name Filho e o policial Vladenilson Daniel Olmedo foram ouvidos por videoconferência do presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Já Eurico dos Santos Mota, o hacker contratado pela quadrilha para seguir os passos de Paulo Xavier do presídio de Coxim.
Omertà
A operação foi deflagrada para cumprimento de 13 mandados de prisão preventiva, dez de prisão temporária e 21 mandados e de busca e apreensão, todos em Campo Grande. O foco é uma organização criminosa atuante na prática dos crimes de homicídio, milícia armada, corrupção ativa e passiva, dentre outros.




