No acumulado do ano, segundo o ministério, o setor registrou crescimento recorde na série histórica do Caged, com a geração de 365.377 postos, 3,2% a mais do que o mesmo período do ano anterior. Outro destaque foi o setor agrícola, responsável pela criação de 47.107 postos de trabalho.
Segundo o ministro Carlos Lupi, o crescimento dos setores de serviço e da construção civil, em especial, comprova o crescimento do poder de compra das classes mais baixas. “Continua sendo forte a indústria de transformação, construção civil, com recorde em todo o período do Caged. Mais uma vez, provando [o crescimento] do poder aquisitivo de quem ganha menos de três salários mínimos porque está comprando a casa própria, conseguindo financiamento e comprando mais do que anteriormente.”
Na comparação por estado, o Caged revela que apenas Alagoas (menos 7.645 postos) e Roraima (-299 postos) registraram queda na criação de empregos formais. Segundo Lupi, a forte desaceleração em Alagoas é fruto da mecanização da produção e da entressafra do setor da cana-de-açúcar.
São Paulo foi o estado que mais registrou crescimento na geração de empregos, com 75.734 novos postos, seguido por Minas Gerais (37.968) e Paraná (16.739). (Conjuntura On Line)
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