Com o objetivo de levar para todo o Brasil o projeto Revitalização de Espaços Comerciais, o Sebrae está formatando uma metodologia que ajudará as unidades estaduais da instituição a implementarem as mudanças estruturais e de gestão sugeridas pelo projeto. A formatação deve ficar pronta no primeiro trimestre de 2012.
“A revitalização ocorre preferencialmente em locais de maior circulação de consumidores e possibilita um melhor desempenho dos negócios”, diz o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. Esse projeto, que já contribuiu para mudar a perspectiva do varejo em muitas cidades, possibilita um maior dinamismo ao comércio lojista e abre novas oportunidades de acesso a mercados, assinala o diretor-técnico.
A metodologia original é aplicada, desde 2010, no Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Ao todo, 1.879 empresas estão sendo atendidas em 36 cidades. Esse resultado superou a meta inicial de atender 800 micro e pequenos empreendimentos. Ao longo dos três anos, tempo médio dos programas, a instituição está investindo R$ 10 milhões nos quatro estados.
O modelo implementado nesses estados prevê que pequenos negócios selecionados pelas prefeituras e instituições locais para serem atendidos pelo projeto recebam uma consultoria do Sebrae. O objetivo é proporcionar melhorias efetivas no desempenho do comércio local, dentro dos territórios selecionados. As sugestões feitas pelo consultor do Sebrae vão de mudanças na fachada e no visual da loja até a implementação de automação comercial e melhorias na gestão das empresas.
Da consultoria, 50% são pagos pelo Sebrae Nacional e o restante é dividido entre o Sebrae estadual e parceiros. Com a formatação do projeto nacional, as unidades do Sebrae poderão implementar a metodologia em seus estados a partir de uma seleção de ruas, quadras ou conjunto de quarteirões que precisam passar pela reestruturação. Nos estados onde será implantado, o projeto poderá receber recursos do Sebrae Nacional, das unidades estaduais da instituição e de entidades parceiras, que incluem sindicatos e federações de lojistas, associações comerciais, bancos, universidades, entre outros. Às prefeituras caberá fazer reformas em infraestrutura, como a construção de calçadas, sinalização e melhorias no trânsito e nos estacionamento s, por exemplo. (Da assessoria)
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