Campo Grande 00:00:00 Domingo, 09 de Agosto de 2026


Nacional Terça-feira, 29 de Março de 2016, 07:21 - A | A

Terça-feira, 29 de Março de 2016, 07h:21 - A | A

Crise política

Com votos de MS, PMDB decide nesta terça-feira se rompe ou não com governo Dilma

Membros do diretório estadual devem votar por retirar apoio ao Palácio do Planalto

Adriel Mattos
Capital News*

Gilmar Lisboa/arquivo Capital News

Cúpula do PMDB de MS exige de Temer a saída imediata do governo de Dilma

André Puccinelli poderá votar por romper com Dilma

O Partido Nacional do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) decide nesta terça-feira (29) se vai romper definitivamente ou não com o governo da presidente da República, Dilma Rousseff (PT). O diretório do partido em Mato Grosso do Sul já posicionou por abandonar a base de apoio da presidente.

Dos 27 diretórios estaduais, 11 já se posicionaram por abandonar o governo. De Mato Grosso do Sul, vão votar o ex-governador André Puccinelli, os senadores Waldemir Moka e Simone Tebet e o deputado federal Carlos Marun.

Se isso se confirmar, ministros filiados à legenda deverão deixar os cargos, como os titulares da Saúde, Marcelo Castro, e da Agricultura, Kátia Abreu. Na noite de segunda-feira (28), o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, se antecipou e pediu demissão. 

 

Na carta entregue à chefe do Executivo, Alves diz que o vice-presidente Michel Temer é “companheiro de muitas lutas” e agradece a petista “por toda a confiança e respeitosa relação”. 

 

O Palácio do Planalto teme ainda que mais partidos sigam o exemplo e deixem de apoiar o governo. Poucos partidos, basicamente de esquerda, se mantém na defesa do governo. 

Enquanto isso, Dilma e seus aliados trabalham para barrar o impeachment na Câmara dos Deputados. O prazo para a entrega da defesa da presidente está terminando e o destino dela pode ser decidido no próximo mês.

Para tentar evitar esse “desembarque” do governo, o Planalto tenta esvaziar a reunião do PMDB na Câmara. A presidente articula com o ex-presidente da República e do Senado José Sarney e o atual presidente do Senado, Renan Calheiros.

Com isso, a mensagem que o Planalto quer passar é que o PMDB ainda vai continuar com o governo, com nomes de peso entre suas fileiras. O governo tenta ainda que membros do partido, com esse provável rompimento, votem a favor do impeachment.


*Com informações do portal G1 e do jornais Folha de S. Paulo e Valor Econômico


 • • • • •

 • REDES SOCIAIS •

Perfis
Facebook • @CapitalNews
Twitter • @CapitalNews
Instagram • @CapitalNews
 Google News • Capital News

Threads • @CapitalNews
TikTok • @capitalnews.com.br
Bluesky • @capitalnews.bsky.social
 YouTube • @CapitalNEWScombr
LinkedIn • Capital News
Telegram • @CapitalNews

Canal no WhatsApp
Capital News

• • • • •

Grupos no Facebook
• Notícias de Campo Grande e do Mato Grosso Do Sul
• Concursos em Campo Grande e Mato Grosso do Sul
• Emprego & Oportunidades - Campo Grande e Mato Grosso do Sul
• Esporte MS
• Plantão Policial MS

Canais no Telegram
• Notícias de Campo Grande e do Mato Grosso Do Sul
• Emprego & Oportunidades
• Concursos

• • • • •

REPORTAR NEWS
Whatsapp • 6730424141
Telegram • @ReportarNews

 

Comente esta notícia


Reportagem Especial LEIA MAIS